quinta-feira, 29 de novembro de 2012

viagem de avião

Ontem li uma reportagem de uma mulher obesa (ou super obesa, já que pesava duzentos e oitenta quilos!) que morreu por não conseguir embarcar da Hungria para os Estados Unidos, onde morava com seu marido. Consta os dados que tanto ela como o marido tinham hipermetropia. O advogado da família está a ponto de processar as três companhias aéreas por não terem embarcado a senhora. O caso começou assim: a primeira companhia aérea exigiu que ela comprasse duas passagens para ela, dado que seu tamanho ocuparia duas poltronas. Porém, ao entrar no avião, o sinto de segurança não fechou e ela não pôde viajar. Eles tiveram que sair do avião e tentar em outra companhia aérea. Na segunda empresa, ela não pôde embarcar porque o avião não suportaria seu peso. E na terceira companhia aérea o problema foi antes de entrar, já que os tripulantes, junto aos bombeiros, não conseguiram tirá-la da cadeira de rodas. Para quem já viajou de avião sabe o quão pequena é a poltrona para uma pessoa dessa magnitude. Acho compreensível que a família fique irritada com a companhia aérea, porém não sei se é o caso de processar. Afinal de contas, todos aviões têm que viajar com certas regras de segurança que são imutáveis. A primeira delas é que todos passageiros viajem com os cintos de segurança afivelados pelo menos durante o embarque e desembarque e m caso de turbulência. Qualquer objeto solto no avião é um risco não só para a pessoa em si, como para todos que estão a sua volta. Por isso, se essa senhora embarcasse sem sinto de segurança, seria um perigo ainda maior, dado que seu peso é bastante excessivo. Também me pareceu coerente que ela pague dois lugares no avião, afinal de contas, é o espaço que ocupará. Se o avião tivesse vendido a outra pessoa, alguém não poderia embarcar (e vale dizer que a distância não era curta).

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